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Revelei-me

Hoje me revelei ao amor que outro dia solitário encontrei Sem sorrir e entregue à dor e a seu carinho m’ presenteei. D’aquele momento até hora estou a encantar-me qual jovem rei co’ a plebéia e seu frescor que embevece-lhe de prazer. E como te busco sem dor, com esperança encontrar-te-ei para realizar-me no amor. E tudo o que ora mais sei é que meu coração vos dou. Ora, te amo como nunca amei.

Paixão

Só tenho uma paixão a um único amor busco. A vida e viver são-me então prenda e razão do que luto. Morrer-me é sem razão se não deixar-vos só fruto em pensamento ou canção seria qual ferro bruto. que per si não tem ação e é contra isso que luto com toda e só uma paixão. pra poder deixar meu fruto à um só ou à nação pois que ora no amor debruço.

Vida na cidade

Buzinas faróis, motores vidas que vão e vem pedestres, transeuntes gritos e produtos promoções. Tudo isso é a rua nas cidades frutas, roupas carnes, calçados tudo é produto se compra ou se vende é essa a vida da cidade e na cidade. Para uns encanto a outros desprezível fazer o quê? é a vida A vida na cidade.

Humano

Ser humano apenas ser ético e transcendente complexo universalmente Ser de si Desde o embrião. Ser de paixão amor e revolução. Um simples ser Coitado Que inda nem sabe que é.

Vou te contar

Vou te contar todas as minhas quimeras. te cantar as minhas mazelas me encantar com as jovens gazelas e morrer de chorar nas sentinelas me deixar a morrer sem querelas. vou mergulhar num mar de esperas pra te amar sem qualquer reservas simplesmente amar sem esconder-se nas janelas abertamente amar sem precisar de cancelas só de nós dois e a chancela.

Amor a primeira vista

Olhei-te sem acreditar que já iria te amar mas apaixonei quis-te e ora sofro e te quero ao meu lado e pra sempre espero contigo ficar.

Te amo

Te quero hoje como nunca desejei amar a alguém. Te quero, simplesmente e te espero amar-me e te amar te amo.

Incipiente

Nasci como pobre sedento de vida e amor. cresci como incipiente sempre a buscar ao mundo  e a mim entender. Ora sou só um poeta vivente padecente simplesmente sendo sou eterno incipiente.

Asceta

Asceta sou da vida e do amor e procurando estou só um remédio pra curar a ferida da tristeza e do tédio da solidão em que estou. Quero um amor que me eleve ao céu e faça-me artista ao menos melhor que o asceta que sou do amor.

Aventuras de Poeta

Loucuras Sonhos Aventuras de poeta Puras Exponho Em cantos e novelas Nuas Em celas Presas suponho Em fuga D’outros e delas Conto Encontro Busco sempre e espero Simplesmente viver Aventuras de poeta.

Beijo

Um beijo sonhei dar-te e no amor entregar-me e só a você querer e buscar vida minha que do sonho brotou e agora sei d’antes nunca se amou.

Minha vida

Andar de amor ou de dor te querer te buscar Isso só é meu ser espaço onde habita você toda a vida e razão do meu viver.

Simplesmente

Cada abraço que dou Vai-se um amor Cada poema que escrevo Nasceu de um desprezo Cada nota que canto Brotou de um pranto Cada vez que beijo Minha vida ensejo Cada instante que paro Com uma escolha deparo Cada vez que desejo Morro de medo E toda vez que sou, Um simples poeta Simplesmente Não sou O que nasci para ser Um amante de você Que tenta um pouco aprender A ser o que sou e Simplesmente Amar a você. E ser pobre cantor de você Simples poeta ser.

Fuga

Fui à beira mar Pra tentar te esquecer Olhei para o mar E o que vi?...Você. Subi ao pico de alta montanha Pra nunca mais te ver, E acabar por te esquecer; Chegando lá, olhei para um lado... E vi...     Você. Fiz uma fogueira e nela, Coloquei as lembranças suas Pra nada ter de bom de nós dois. Quando olhei para o fogo Vi seu rosto a sorrir pra mim. E neste momento, de raiva ou amor; De ódio ou paixão; Perguntei a Deus... POR QUÊ??? Que eu não posso te esquecer?

Como Vai a vida?

Num segundo vai o tempo, E como num vento, Vai-se a vida E fica só a ferida. Tanta gente morre cedo, Entre nós reina o medo, Dos mais diversos males. A mim custa que te cales? Se tu morres, eu fico; E continuo a luta afinco. Antes você do que eu; Eu continuo, você morreu. É uma pena que te vás, Mas fico eu a lutar. E isso é que é importante: Continuar, na luta constante. Sei que me vou também, Um dia lá pro além; Mas enquanto estou aqui, Vou meus pensamentos abrir.

Como Vai a vida?

Num segundo vai o tempo, E como num vento, Vai-se a vida E fica só a ferida. Tanta gente morre cedo, Entre nós reina o medo, Dos mais diversos males. A mim custa que te cales? Se tu morres, eu fico; E continuo a luta afinco. Antes você do que eu; Eu continuo, você morreu. É uma pena que te vás, Mas fico eu a lutar. E isso é que é importante: Continuar, na luta constante. Sei que me vou também, Um dia lá pro além; Mas enquanto estou aqui, Vou meus pensamentos abrir.

Quanto custa

Quanto me custa te ver e não amar-te e não gritar que sou teu em para ti não rasgar-me Já sou seu pelo teu simples gesto de olhar pelo teu jeito de ser me levou a te amar explicar isso não sei mas quando ao teu lado estou é bem dificil saber controlar o meu amor E aqui estou a tua frente a te olhar na tua blusa vermelha teu sorriso sem par esses brincos que balouçam enquanto estás a trabalhar o teu olhar medonho impossivel não apaixonar e eu feito tonto aqui estou simplesmente a te olhar sem palavras pra dizer sem mais nada que falar simplesmente pasmo de apaixonado por ti E melhor é saber que querer-te é viver e contigo namorar e nem sei me controlar diante de teu olhar que até mesmo vou parar de esse poema escrever pra ficar mais a adimirar o ser maravilhoso que és.

COMO ESTÁS?

Já faz tanto tempo não te vejo E estas tão longe daqui. Ver-te, eu desejo; Como estas? Não sei de ti. Como vais? Isso não sei. E se vens? Venha até mim. Saber como estas almejo; Quero relembrar, quanto te amei. O tempo corre muito ligeiro, E há tempos estamos distantes. A mente, pensando em ti é formigueiro; Que volve tudo em instantes. Lembro o nosso feliz passado, E fico qual um militante: Correndo e lembrando o loureiro, Do amor que se foi e ainda é lembrado.       Ainda é amado este amor ordeiro, Mais que no passado, ora te quero. Fico assim meio cabreiro, Quando falam de ti com esmero; E daquele amor que é só teu. E me afasto do lero-lero, Como um bom cavalheiro Vou à busca do amor da dama: o seu.

Todos os dias

Inspirado na Canção "Comme d'habitude": Todos os dias sonho contigo e acordo sozinho levanto e tomo um café e penso em ti todos os dias. Todos os dias saio pra rua tudo é tão frio tão triste e tão sóbrio e eu penso em ti todos os dias. Todos os dias olho todos os rostos e procuro a você em cada olhar e sorriso e eu penso em ti todos os dias. Todos os dias eu finjo ser feliz sem ter você soltando sorrisos falsos e pensando em ti todos os dias. Todos os dias não consigo ser eu mesmo porque não tenho você deixo enfim cair uma lagrima e penso em ti todos os dias. Todos os dias me acordo e vou dormir e durante todo o dia tento escapar, mas impossível eu penso em ti... Todos os dias.

Nas sombras da noite

Nas noites sombrias que se passam na solidão que se arrasta nas sombras que se perpetua no silencioso vão donde surgem os seres noturnos que se agarram, se apertam e ferem que não deixam um só sem dor sem tristeza a perder-se no terror nas frias sombras do amor que faz voar alto e faz cair numa dor sem fim se espreita meu espírito carregado de dor por perder-te e abandonar-me na escuridão de minha tristeza magoada e sem mais razão de viver Na penumbra carregada de dor me entrego a minha mágoa me arrasto em meu sofrimento sem par, sem vão, sem luz, sem fim