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Te vi

Esse poema reflete um pouco de uma situação vivida por mim a mais de um ano, em torno do final de fevereiro de 2013, quando conheci a Juliana Alves, a quem o Eterno escolheu para que juntos constituissemos uma família. Foi justo de uma troca de olhares nesse dia, inesquecível, que meses depois iniciou-se o namoro que virou noivado e breve será matrimônio abençoado com o nascimento do fruto desse amor, nascido de um olhar: João Manoel. Assim que te vi, Já me encantei, E se alguém diz Que eu me perdi, Mas foi justo ai, Que me encontrei. No teu olhar, E no teu sorrir, Um novo mundo Se acercou de mim, Que então vivia Em solidão. E foi paixão o que senti, Na mesma hora, Em meu coração, E foi teu olhar, Quem se culpou, Por minha vida transformar.

Amar...

Cada dia que passa venho aprendendo mais sobre este verbo, ao mesmo tempo tão doce e único. A vida toda buscamos entender o que é o amor, mas não se pode entendê-lo, senão vivê-lo, e só se vive em par. E nestes tempos tenho aprendido com Juliana, o que é o verdadeiro amor, compromisso de entrega, que envolve corpo, mente e coração, é a vida toda que se entrega no amor, e cada dia um sabor novo se revela. Um sabor novo, um gosto de doce na boca, o mel de seus lábios, cada dia mais gostoso. Paixão sem fim, amor que não tem par, único e perfeito, esse que em ti encontrei. Aquece minh' alma do calor de teus beijos, do poder de teu abraço, da sua respiração no ouvido. E me entrego todo, a esse amor, que a cada dia, ainda se faz mais novo. Com esse carinho, que só você sabe dar, com esse afago, que é quando nos juntamos, os dois a conjugar, esse lindo verbo, amar...

Foi paixão

Foi paixão, foi perdição, logo no primeiro olhar. Não tenho palavras com que possa explicar, o espanto ou adimiração, com que aquele sorriso que arrastou meu coração, E aquele olhar, que desperta mil paixões, e eu, rendido ao teu olhar, e perdido em seus encantos, sigo a vida e faço meu canto. 

Chove agora...

O poema de hoje busca juntar dos elementos que agora estão muito presentes, o frio, que se transformou do calor do verão depois das chuvas, e as saudades que sinto de minha namorada, Juliana Alves, a quem não vejo a hora de reencontrar e estar inteiro em seus braços e tê-la nos meus. Chove agora, e se poe triste meu coração; chora de saudades meu peito, e já não vejo a hora, de ter a minha paixão. E me enrolo nos lençóis, que se estendem em meu leito, e busco uma só razão, para não fugir agora, no rumo que manda a paixão. A chuva cai, e o frio vem e vai, e já começa a me consumir. A falta aumenta, e o amor só cresce, por esta que é minha razão.