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Hoje é um dia de saudades

Muito simples esse poema, o comecei diante do memorial às mães da plaza de mayo aqui na Argentina. Foram mães que perderam seus filhos levados pela cruel ditadura, mas não são só mães, são mães que não verão mais seus filhos, foram filhos que partiram e não poderão regressar, foram mães que educaram a gente lutadora e até agora lutam para que não se repita a mais ninguém o que sucedeu a seus filhos. Este poema é em honra a essas mulheres fortes, que embora não possam lê-ĺo, possam receber a fé e a força para manterem-se firmes na luta contra a injustiça, embora não possam mais abraçar a seus filhos. Hoje o dia foi de saudades, de saudades do que se foi; de saudades do que não chegou; Vendo a mãe que seus filhos perdeu, E a jovem que não viu seu amor. Hoje o dia foi de saudades. daqueles que se perderam e daqueles que não voltaram De saudades dos que se foram e dos que foram vítimas, de saudades com amor e de saudades com dor, De saudades daquelas coisas que poderão lo...

Chove agora...

O poema de hoje busca juntar dos elementos que agora estão muito presentes, o frio, que se transformou do calor do verão depois das chuvas, e as saudades que sinto de minha namorada, Juliana Alves, a quem não vejo a hora de reencontrar e estar inteiro em seus braços e tê-la nos meus. Chove agora, e se poe triste meu coração; chora de saudades meu peito, e já não vejo a hora, de ter a minha paixão. E me enrolo nos lençóis, que se estendem em meu leito, e busco uma só razão, para não fugir agora, no rumo que manda a paixão. A chuva cai, e o frio vem e vai, e já começa a me consumir. A falta aumenta, e o amor só cresce, por esta que é minha razão.