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Hoje eu vi...

Me considero um poeta do olhar, e o olhar aparece para mim como a forma que o homem faz e transforma o mundo em que está. O Olhar é mais que um meio de acesso do homem ao mundo, é a fonte da criação de sentido para tudo aquilo que cerca o homem. Hoje eu vi, e olhei. E parado fiquei, Como passou uma ideia uma luz, uma paz e aí fiz este poema solto, roto, talvez sem par um impar talvez, me cocei o nariz e findei com um ponto o que tinha a dizer.

Olhar...

Esse é um poema bastante filosófico, inspirado na filosofia moderna, que me diz que a coisa, não é propriamente a coisa como me parece, a coisa é para mim, como a vejo, o que ela me traz, e a arte sempre nos traz essa informação a tona... Não é o que o artista me diz ou quis me dizer, mas como eu vejo o que ele me diz... Quando olho, embora não vejo... Não creio, e não faço. Não se permite uma ideia, Que se possa apossar de minha mente, ou do coração, que me tome, a razão... Sou mais o que vejo, e como vejo, que o que creio, ter visto... pois como vejo, é que me traz a ideia, do que vejo, porque vejo, e quem sou... ou não vejo a coisa, e ela é não vista, e me entendo, como vejo...